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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

UMA IGREJA CHAMADA FAMÍLIA



Ao direcionar um olhar para a história da transmissão familiar, a igreja, junto com a escola, era a parceira fiel da família na formação dos valores morais, éticos e espirituais, de conduta e na construção do homem. O conceito de Deus, Soberano, Poderoso e Pai que protege, era transmitido desde cedo, e consolidado nos rituais religiosos.
No cenário atual, em nosso mundo globalizado, tecnológico, encantador e sedutor, um novo deus, com d minúsculo, está assumindo esse poder na pós-modernidade: o deus mercado. Esta é uma constatação de muitos estudiosos preocupados com as questões sociais. A triste constatação é que cultua-se muito mais esse ídolo do que o Deus Jeová, visto que ele vem definindo regras de conduta, normas comportamentais, estilos de vida individual e familiar.
Tudo se apresenta com um sentido utilitário, monetário e material. A igreja, como instituição, muitas vezes, entra na relação de oferta e consumo. As pessoas não estabelecem mais vínculos fraternos e religiosos com a comunidade religiosa, mas transitam na busca em atender suas demandas monetárias, além da relação entre oferta e consumo.
Há igrejas para todos os gostos: “Se não gostei desta aqui, se me aborreci com o ensino, vou procurar outra, e outra, e outra...” A busca é: o que se oferta, onde se oferta e o que estou precisando no momento. Não importa onde, nem depende de vínculos. Como as necessidades materiais estão acima das espirituais, a busca é pelas bençãos utilitárias.
Dificilmente encontra-se alguém divulgando campanhas de oração pelo crescimento espiritual, pela melhoria do relacionamento com Deus ou pela busca de dons espirituais etc.; mas encontramos muitos buscando intensamente as bençãos materiais. Este é o cenário favorável para uma vida espiritual vazia e superficial, que abre um campo imenso para as distorções do real significado da vida.
O elemento integrador que forma vínculos e solidifica o indivíduo se perde neste contexto. O que resta é a angústia, e a dor da alma. E quando há sofrimento, o indivíduo volta-se para Deus na busca do consolo. Onde há um oferta de mensagem consoladora, ali está a procura. O consolo é importante, pois, em um mundo de angústia, vem como bálsamo que suaviza a dor; já o consolo dissociado, não forma conduta, não organiza o mundo interior, não estrutura a construção e não dá concretude a obra. A palavra falada vira mercadoria para atender a um consumo e perde-se a relação entre o indivíduo e Deus. Neste cenário de inversão de valores, não há mais limites nessa busca.
Além da escola, a igreja, como parceira da família, contribuía para a formação do caráter. Os valores cristãos eram ensinados desde cedo, transmitidos e ensinados com a demarcação dos limites. Desde cedo, a criança aprendia com a igreja, através do compromisso dos pais na transmissão da espiritualidade dentro da família. A convivência na igreja fortalecia os valores cristãos. A programação religiosa era valorizada e fazia parte da cultura da família.
Quando olhamos para as páginas do Velho Testamento, vemos um Deus de família: “Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (Êx. 3.6 ARC). Um Deus geracional, que se transmitia de pai para filho. Qual seria a imagem de Deus, transmitida para os filhos, se ouvissem esta linguagem hoje: “Eu sou o Deus de teus pais”?
Hoje, muitos pais estão muito mais preocupados com os valores materiais do que com os espirituais. Alguns chegam a dizer: “Quando meu filho crescer, decidirá sobre sua vida espiritual”. Infelizmente, será muito tarde para implantar os valores formadores que alicerçam uma vida espiritual consistente.

(Extraído do livro “Família, lugar de refúgio ou campo de batalha?”, de Ilma Luci Gomes Cunha, Editora Central Gospel)


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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

A LUZ DO MUNDO


“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida.” João 8.12

Luz e trevas são temas importantes que encontramos nas Escrituras. Luz é frequentemente usada para descrever a Deus e Sua glória. João nos diz que “Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” (I Jo. 1.5). Ao chamar a Si mesmo de luz do mundo, Jesus referiu-se à sua divindade. Para que não haja dúvida quanto à isso, há mais dois relatos dos evangelhos que nos mostram, com clareza, que Jesus compartilhava da mesma luz de Deus, o Pai. O primeira é o da transfiguração (Mt. 7.1-13), na qual Jesus irradiou, de Si mesmo, a refulgente glória de Deus. O fato de Jesus compartilhar a mesma luz do Pai também é evidente em João 1, que diz que o Verbo era Deus (1.1) e que este Verbo, Jesus Cristo, era a Luz que resplandece nas trevas (1.4).
A Bíblia usa frequentemente “as trevas” como metáfora da cegueira espiritual (Sl. 107.10; Jo. 3.19). Essas trevas não podem reprimir a glória de Deus em Jesus Cristo porque as trevas nunca vencem a luz (Jo. 1.5).
Desde o princípio, Deus fez a luz e a separou das trevas.
“E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas. Gn. 1.4
Sendo assim, não existe união entre luz e trevas, pois uma exclui a outra.
Segundo as Escrituras, aquele que está no pecado está em trevas, e, por isso mesmo, não consegue enxergar sua própria condição e permanece escravo do pecado e do erro. A Bíblia diz que esta pessoa está nas trevas. E aqueles que permanecem nas trevas estão condenados.
“E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.” João 3.19
Jesus é esta luz, e veio ao mundo para livrar os que estão em trevas. Quando uma pessoa encontra Jesus Cristo e conhece a Sua Palavra, que também é “lâmpada para os pés e luz para o caminho” (Sl. 119.105), suas trevas, por mais espessas que sejam logo se desfazem por causa da Luz de Deus em sua vida.
Se você se sente sem direção, envolvido em trevas,... Se você olha ao redor e não encontra uma saída... Se reconhece que suas obras são más e entende que o que você faz desagrada a Deus... Se está se sentindo perdido, sem solução... Ou se “a coisa está preta” para você, olhe para Jesus, busque Jesus, fale com Jesus, recebe Jesus em seu coração. Jesus é luz e vida. Jesus é O caminho e também a luz para iluminá-lo. Deus não deseja que você seja condenado ou se perca nas trevas. Foi por isso que Ele nos enviou Jesus Cristo. Somente Jesus pode tirar você das trevas e transportar você para Sua maravilhosa luz.

 “Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas Daquele que os chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz.I Pe. 2.9

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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Um só corpo, um só Senhor



Em João 17, Jesus fez a oração mais extensa do Novo Testamento, chamada de a Oração Sacerdotal. Ele orou por Seus discípulos e por todos aqueles que haveriam de crer por meio do testemunho deles. Um dos temas centrais dessa oração é o pedido de Cristo ao Pai para que Seu povo possa SER UM. Jesus orou pela unidade cristã. Contudo, a igreja do século 21 provavelmente se encontra mais fragmentada que em qualquer outro período da história da igreja. Vivemos uma crise de identidade. O que é a igreja, afinal de contas?!
Etimologicamente, a palavra igreja vem do grego ekklesia, composta de dois radicais:
ü  ek que  significa “para fora” e
ü  klesia que significa chamados”.
Sendo assim, igreja significa grupo dos que foram chamados para fora, isto é, para fora do mundo, para fora do pecado, para fora do poder das trevas, etc.
No Novo Testamento a palavra Igreja se refere ao agrupamento de cristãos e não a edificações ou templos, e, em alguns momentos, a toda comunidade cristã espalhada no mundo.
Mas para ser igreja é preciso mais que a reunião de pessoas sob a mesma confissão de fé, é preciso haver uma unidade.
Será que nos dias de hoje podemos descrever a igreja como una, ou unificada?
Como podemos responder à oração de Cristo pela unidade da igreja?
Se você faz parte de uma igreja, por que você deve permanecer ali?
As pessoas têm a tendência de trocar de denominação e vão para onde elas gostam do pastor, da pregação, da música ou de qualquer programa em particular. Muitas vezes, elas se sentem confortáveis mudando de denominação em denominação ou de igreja local em igreja local. Poucos são os que prestam atenção no que realmente interessa para Deus: a unidade do Seu povo. Será que mudar de denominação o tempo todo não significa exatamente o contrário de unidade e deser igreja”?
Paulo fala de unidade nestes termos: um só corpo, um só Espírito, uma só esperança, só Senhor, uma só fé e um só batismo. (Efésios 4.4,5). Então, a unidade da igreja não é algo meramente superficial em termos de organização ou metodologia, mas uma confissão de fé unificada na pessoa e na obra de Cristo.
Você conhece a confissão de fé da sua igreja?
Você sabe responder a razão de sua fé?
Você conhece sua igreja? Não o templo, o endereço ou o nome do pastor, mas cada irmão e irmã, seus nomes, suas necessidades, seus gostos e preferências? O que você tem feito para conhecer seus irmãos em Cristo? 
As reuniões menores, nos pequenos grupos ou células, são excelentes espaços para promover a unidade de que Cristo falou.
Você realmente pertence ao povo de Deus? Você está inserido no Corpo de Cristo?
Você faz parte dos que foram chamados para fora? Você realmente está fora do mundo do, do pecado, etc.?
Você tem respondido positivamente ao anseio e à oração de Jesus pela unidade da igreja?

“Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.João 17.21

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Maturidade Espiritual no Culto



Este é um assunto que deve ser tratado com toda seriedade. Existem crentes velhos que se comportam como crianças, mas também crentes novos que têm feito bom uso das Escrituras e bons livros evangélicos ao ponto de serem já firmes e bem instruídos.
Pessoas espirituais vêm à igreja para encontrar-se com Deus; não desejam entretenimento. Já os crentes imaturos, quando este “entretenimento” não lhes é oferecido, buscam obtê-lo de qualquer forma, pulando de igreja em igreja, ou mesmo preferindo ir ao teatro, cinema, jogos de futebol, festinhas e lugares de diversão.
A vida cristã é alegre e dentro da igreja há espaço para diversão e alegria saudável e pura. Como qualquer pessoa, o cristão também precisa do “tempo de sorrir” (Ec. 3), mas o povo de Deus não vai à igreja em busca de divertimento ou entretenimento, e nem se sente confortável ao encontrá-lo na igreja. Adoração e entretenimento podem andar juntos, mas há o limite da reverência e do temor a Deus. Adoração e leviandade jamais caminham juntas.
E a palavra chave aqui é maturidade espiritual. O cristão espiritualmente maduro treme diante da Palavra de Deus e possui um elevado conceito sobre cada aspecto da adoração a Deus.
O que vemos hoje, em algumas igrejas (não todas, graças a Deus!), é uma bagunça na liturgia dos cultos, pessoas querendo aparecer, shows de pirotecnia e verdadeiros animadores de auditório. Outros ainda, em nome de uma falsa espiritualidade, fazem muito estardalhaço, gritam, pulam, se jogam no chão, dançam freneticamente dizendo-se cheios do Espírito Santo. Será este o culto que agrada a Deus?! Será que é assim que o Espírito se manifesta?! Estas reuniões se parecem mais com os cultos a espíritos e entidades de outras religiões do que com os cultos da igreja primitiva! Houve bagunça naqueles tempos? Sim, houve. Mas lembre-se que eles nunca haviam experimentado o Espírito Santo. Além disso, o apóstolo Paulo os instruiu e os disciplinou para que o culto fosse organizado e inteligível (Leia I Coríntios 14).
A Palavra de Deus diz que nosso culto deve ser racional, isto é, devemos cultuar a Deus com a razão, mas também com a emoção. Porém, isso não significa dar lugar a modismos e imitações da “alegria” ou das festas mundanas. Os papéis estão invertidos. O mundo é que deve imitar a igreja; os não crentes é que devem desejar ter a alegria que os cristãos têm, e não ao contrário. Observe o grifo:

“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racionalE não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.Rom. 12.1-2

Existe um limite muito tênue entre ser alegre e ser divertido. O culto pode e deve ser alegre, porém deve alegrar primeiro a Deus e não aos cristãos, pois é para Ele que cultuamos e não para nós mesmos. E o culto que agrada a Deus deve ser um sacrifício vivo, santo e racional.
O crente imaturo age como uma criança, sem disciplina, reverência ou temor; exige que o culto agrade a ele e quando não o agrada, parte para outra igreja que ofereça o que ele busca. Já o cristão maduro exige espiritualidade e comprometimento com a Palavra, não apenas na pregação como também nas orações, na mensagem dos cânticos e na organização dos cultos. Ele anela contemplar espiritualidade na casa de Deus e tem todo o direito de encontrá-la ali.
Por certo, nosso Deus é alegre, generoso e simpático. Não podemos oferecer a Ele um culto cerimonial e frio, inflexível e chato. Mas também não podemos abrir mão da reverência que a Ele é devida.

“O Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra; cale-se diante dele toda a terra.Habacuque 2.20

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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

FERIDAS QUE CURAM



“Vinde, e tornemos ao SENHOR, porque Ele despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida.” Oséias 6.1

Como as nossas feridas são importantes! De uma ferida pode brotar a vida e surgir a esperança. Sim, Deus quer usar nossas experiências negativas para curar os outros!
Podemos pensar que Deus só admira nossas qualidades e aproveita somente o que fazemos de bom, mas é difícil entender que Deus possa querer usar nossas limitações, nossas fraquezas e aquela ferida que tanto queremos esquecer, para levar esperança às outras pessoas.
A verdade é que sem essas fraquezas, Deus não pode levar vida a outros, pois são elas que nos tornam humildes, misericordiosos e nos fazem entender a dor do próximo.
Por isso, não deixe que as marcas dolorosas do seu passado fechem seu coração para Deus. Pelo contrário, use-as como ponto de partida para algo bom, pois muitas pessoas estão à sua espera, e ninguém melhor do que você para ajudá-las! Você é a pessoa que sabe exatamente como elas se sentem. Lembre-se de Jesus. Foram as feridas Dele que nos trouxeram cura, restauração e vida. Ore e Deus fará de você um instrumento de cura e restauração também.
Hoje em dia muitos estão desanimados, pois acham que para seguir a Cristo é preciso ser capacitado, talentoso, sem falhas e defeitos, mas Jesus disse que Ele veio justamente para as pessoas complicadas e doentes, que precisam de uma cura que nenhum homem pode oferecer.
Peça a Deus um coração misericordioso assim como o de Jesus, um coração que veja as pessoas como Ele as vê!

Pr. Antônio Júnior

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sábado, 18 de outubro de 2014

ESTAMOS FIRMES?



“Vive Deus, que desviou a minha causa, e o Todo-Poderoso, que amargurou a minha alma. Enquanto em mim houver alento, e o sopro de Deus nas minhas narinas, não falarão os meus lábios iniquidade, nem a minha língua pronunciará engano. Longe de mim que eu vos justifique; até que eu expire, nunca apartarei de mim a minha integridade. À minha justiça me apegarei e não a largarei; não me reprovará o meu coração em toda a minha vida.” Jó 27.2-6

A teologia de Jó não era das melhores: ele achava que Deus o castigava. Ele tinha a ideia de que Deus lhe negava justiça e lhe trouxera toda a sua amargura. Há pessoas que se afastam de Deus por terem uma teologia ruim como esta.
Diferentemente, Jó, apesar de sua teologia ruim, reafirmou a sua fé neste Deus. Ele tinha um propósito firme e prometeu que:
. Não diria coisas más;
. Não mentiria;
. Não admitiria uma culpa que não tinha.
Sua disposição era manter-se firme.

E quanto a nós, que temos uma boa teologia?
E quanto a nós, que temos a Bíblia nas mãos, todo tipo de boa literatura de explicação das Escrituras, bons cursos de Teologia, Escola Bíblica Dominical, cultos de ensino e pastores que nos trazem a compreensão da Palavra?
Temos nos mantido firmes, quando somos visitados pelas desgraças?
Temos nos mantido afastados das coisas que desagradam a Deus?
Amamos mesmo a Deus sob qualquer circunstância?
Amamos a Deus de todo coração, alma e entendimento?
Lembre-se: foi a fé firme e inabalável de Jó que fez Deus ser-lhe favorável e mudar sua sorte.

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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

ESCOLHAS SEGUNDO A VONTADE DE DEUS



No mundo a regra é essa: "Siga o seu coração". Mas será essa uma atitude sábia? A Bíblia diz:
"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?" Jeremias 17.9
A Palavra de Deus nos dá alguns critérios seguros para tomarmos decisões e fazermos corretas. Veja algumas delas:

1)         A Paz de Cristo
"Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração." Colossenses 3.15
A paz de Cristo em seu coração lhe transmite a certeza de que está no centro da Sua vontade. Tudo que rouba sua paz em Cristo está fora dos planos Dele e consiste numa armadilha de Satanás para lhe afastar de Deus.
Quando você ora a Deus desejando algo que está nos planos Dele para sua vida, Ele lhe transmite Sua paz lhe dando segurança de que atenderá seu pedido no tempo oportuno.
Quando você pede algo que não é do Seu agrado, seu espírito fica inquieto, ansioso, sem paz. Então, você já sabe que não é da vontade de Deus. A paz de Cristo como árbitro em seu coração significa que ela guia o seu coração e determina suas escolhas.

2)       Consultar ao Senhor
Para saber a vontade de Deus para sua vida, primeiro você precisa consultá-Lo. Davi sempre era vitorioso em suas batalhas porque antes de sair para batalhar, ele sempre consultava a Deus.
“Então consultou Davi a Deus, dizendo: Subirei contra os filisteus, e nas minhas mãos os entregarás? E o Senhor lhe disse: Sobe, porque os entregarei nas tuas mãos. E há de ser que, ouvindo tu um ruído de marcha pelas copas das amoreiras, então sairás à peleja; porque Deus terá saído diante de ti, para ferir o exército dos filisteus. E fez Davi como Deus lhe ordenara; e feriram o exército dos filisteus desde Gibeom até Gezer.
Assim se espalhou o nome de Davi por todas aquelas terras; e o Senhor pôs o temor dele sobre todas aquelas nações.
I Crônicas 14.15-17
Mas há um segredo importante: Você precisa consultar a Deus esperando qualquer tipo de resposta e não somente aquela que quer ouvir.
Deus responde de três formas: sim, não e espere. Cuidado, pois você pode ser tentado a atribuir a Deus uma vontade que não é dEle, mas a sua. Busque-O com o coração aberto e disposto a obedecer qualquer que for a resposta.

3)       Base na Palavra de Deus
Qualquer que seja o seu pedido, e qualquer que seja a resposta, tudo deve estar de acordo com a Sua Palavra, a Bíblia. A Palavra é sua bússola, sua balança de aferição, seu padrão. Ainda que surja um sentimento em seu coração, um desejo profundo, ou apareça algum “profeta” trazendo qualquer coisa que não esteja na Palavra, você já sabe que não é a vontade de Deus, porque Ele nunca volta atrás em Sua Palavra, que é perfeita e eterna.
Você deve lançar aos pés do Senhor toda sua ansiedade e confiar no Seu cuidado. Você não pode "ajudar" Deus a determinar o que é melhor para a sua vida, pois Ele já estabeleceu na Bíblia quais são os princípios que você deve seguir para ser feliz. Com isso, resta você seguir sua Palavra e descansar nEle.
“Guia-me na tua verdade, e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação; por Ti estou esperando todo o dia.” Salmos 25.5

“Ordena os meus passos na tua palavra, e não se apodere de mim iniquidade alguma.” Salmos 119.133

4)         Orar e Descansar
Ao orar por uma causa, espere a paz de Cristo confirmar em seu coração. Ore o quanto desejar, seja persistente, mas não se perturbe ao esperar, pois sua fé pode ficar enfraquecida. Você mesmo definirá em seu coração e mente quanto tempo vai orar e quando vai começar a apenas descansar em Deus. Entenda que a verdadeira fé nasce de uma certeza, uma confiança, mesmo antes de ver qualquer sinal de que a resposta virá. E é isso que agrada a Deus. Por isso, ore, espere e confie no Senhor de todo o coração!

“Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.Hebreus 11.6

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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

PARA QUE ADORAMOS A DEUS?



Poderá perguntar alguém: 
Que Deus é este que pede que os seres humanos O louvem?
Ou ainda:
Por que Ele requer adoração exclusiva, excluindo outros deuses?
De fato, desde os Dez Mandamentos, Deus pede que apenas Ele seja adorado. Ao longo da Bíblia, Ele e seus autores pedem que O louvemos.
Lembremos que louvor é parte da adoração. Louvores são as expressões de arte (como a música e a dança) que exaltam as qualidades de Deus, tais como: amor, paciência, interesse pelo ser humano, etc.
A adoração inclui uma atitude de respeito diante de Deus e reconhecimento de sua grandeza criadora e protetora.
A adoração demanda do adorador uma atitude externa, que começa internamente.
Quem reconhece que Deus é santo tem como meta ser santo também.
Louvor e adoração têm, portanto, uma Dimensão Pedagógica
Quando Deus pede que O adoremos, pede que sejamos com Ele é. Quando Deus quer O louvemos, pede que nos lembremos de quem Ele é e do que faz por nós.
Quando adoramos ou louvamos a Deus, não alteramos o que Ele é. Ele não é mais santo, mais perfeito ou melhor do que é porque celebramos estas qualidades Nele.
Os mandamentos que Ele nos deixa para adorá-Lo e louvá-Lo com vidas corretas e cânticos bonitos são para o nosso bem, não para o bem de Deus.
Ele nos pede, então, que O adoremos e louvemos para que sejamos melhores.
Quem adora a Deus está empenhado em ser melhor e em fazer melhor seu serviço para Ele.

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sábado, 11 de outubro de 2014

MUDANÇA DE HÁBITOS



Mudança de hábitos é a mais difícil das mudanças.
Num ambiente de trabalho, regado a pizzas gigantes uma vez por semana, um dos colegas fez uma proposta bem-intencionada: pagar sozinho a pizza toda vez que se completasse uma semana sem palavrões, a moeda mais comum na sala. Não funcionou e o valor da pizza teve mesmo que ser rateado. O grupo aceitou a proposta, mas fracassou. Os palavrões continuaram a dominar o recinto.
Mudança de hábitos envolve nosso cérebro e também nosso caráter. Mas, em alguns casos, vai além disso. Alguns hábitos atraem espíritos malignos que nos dominam, como no exemplo dos palavrões. E a pessoa não consegue se livrar sozinha. Ela precisa da ajuda do Espírito Santo. Na linguagem bíblica, isso exige conversão.
Converter-se significa mudar de direção. E é exatamente isso que acontece quando alguém recebe Jesus em seu coração como Senhor e Salvador. A Bíblia diz que, no momento da conversão, o Espírito Santo passa a habitar na pessoa e se torna seu Guia Interior. Desta forma, Ele fala com ela toda vez que está prestes a fazer ou falar algo que desagrade a Deus. Ele é um aliado contra todos os vícios e maus hábitos. Confie Nele... E se converta.
Somente com o Espírito Santo dentro de você a mudança de hábitos fica mais fácil. Experimente!

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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

ADORADORES SOLITÁRIOS



Não é difícil perceber porque muitos do povo de Cristo hoje são crentes solitários no meio da multidão reunida na igreja. Eles se alegram quando o templo está repleto de pessoas, mas ficam perturbados se percebem que nada existe na igreja, exceto uma multidão barulhenta. Estão propensos a questionar, com admiração, se, afinal de contas, cem adoradores ou mesmo vinte e cinco não é preferível a uma multidão irreverente. Isto não deve ser confundido com uma mentalidade de pequeno rebanho. Não aplaudimos a teoria de que as igrejas devem sempre ser pequenas. Pelo contrário, em nossa opinião elas devem ser grandes. Pensamos que igrejas com mil membros não são grandes demais. Desejamos que nosso país se encha desse tipo de igrejas.
No entanto, ter muitos membros apenas por amor a números em geral é uma traição a Cristo. A liderança abaixa os padrões de santidade para atrair grande número de pessoas. Em um ponto crítico desse processo de diluição, a adoração deixa completamente de ser reconhecida como adoração por aqueles que andam em intimidade com Deus. O número de membros talvez aumente, mas o crente espiritual e solitário, que testemunha esse declínio, receia que o Espírito Santo esteja sendo abafado e Se retraindo. “Icabode” (Foi-se a glória de Israel) é o verdadeiro nome de tal igreja. É quase impossível acharmos comunhão espiritual. Os poucos crentes realmente santos que restam isolam-se e mantêm-se solitários.
Nenhuma solidão é tão difícil de ser suportada quanto a solidão experimentada em meio a multidões. Quantos crentes percebem essa situação em suas próprias igrejas! São os últimos a falarem sobre isso, porque são pessoas pacientes, dedicadas a oração e longânimes. Não é bom para seus pastores e líderes permitirem que situações como esta permaneçam em suas igrejas. Ao diluírem a adoração, atraíram à igreja multidões inconstantes, e entristeceram o coração dos justos.
Existem prejuízos visíveis resultantes desse tipo de mudança sobre a qual falamos. Um deles é o tratamento cruel demonstrado ocasionalmente à ovelhas fiéis que se recusam a mudar. Devido ao fato de que eles não podem, em boa consciência, seguir a debanda geral para abrilhantar a adoração a Deus, bons ministros do evangelho têm de abandonar suas igrejas. Não se leva em conta que eles passaram vinte ou trinta anos expondo com fidelidade e devoção a Palavra de Deus aos seus rebanhos. E qual é o seu crime? É resistirem ao clamor universal por inovações. Portanto, esses homens bons têm de ceder lugar ao menu de aprimoramentos que pastores jovens e líderes fracos insistem em oferecer à igreja.
Outro fruto menos agourento desse novo estilo de vida da igreja é o surgimento, em nossa época, da rejeição da lei de Deus na vida prática. Alguém pode evitar referir-se a isso em detalhes; mas o fato evidente é que os novos membros de igreja têm se revelado menos felizes em resistir à tentação do que os crentes antigos costumavam ser. Sem dúvida houve excesso de severidade na adoração praticada por igrejas do passado. Mas os crentes sentiam-se seguros. Eles não brincavam com a tentação. Não apelavam à carne. As pessoas vinham à casa de Deus com roupas estritamente adequadas e decoro completo. Infelizmente, isso não pode ser dito sobre muitos dos cultos modernos. Uma grande multidão diversificada na casa de Deus abaixa todo o nível da adoração. Todo pastor sabe que existem prejuízos morais resultantes dessa falta de santidade prática. Não deveria ser assim.
É uma consolação para as ovelhas de Cristo ‘não pastoreadas’ saberem que nos céus elas têm um Pastor que contempla seu estado. Precisam recordar sua verdadeira posição, retratada pelo Pastor em passagens bíblicas como Ezequiel 34. Estão solitárias por causa da incompetência e inaptidão de seus líderes. Os outros crentes não as amam nem desejam sua companhia, porque são ‘muito espirituais’ para sua geração. Mas um dia Cristo exigirá de seus pastores negligentes uma explicação para essa negligência. Além disso, o próprio Senhor Jesus tomará para Si mesmo Seu povo solitário e desprezado, outorgando-lhes sua graciosa presença, nesta e na vida por vir.
Os crentes solitários de nossos dias devem meditar nessas palavras maravilhosas:
“Estou contra os pastores e deles demandarei as minhas ovelhas. Eis que Eu mesmo procurarei as minhas ovelhas e as buscarei; livrá-las-ei de todos os lugares para onde foram espalhadas no dia de nuvens e de escuridão; apascentá-las-ei de bons pastos, e nos altos montes de Israel será a sua pastagem. Eis que julgarei entre ovelhas e ovelhas, entre carneiros e bodes. Eu, o Senhor, lhes serei por Deus, e o meu servo Davi [Cristo] será príncipe no meio delas; eu, o Senhor, o disse.” (Ez. 34.10,11,12,14,17 e 24)
Com tais promessas, quem não desejaria estar sozinho com Cristo por breve tempo nesse mundo?

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 (EXTRAÍDO)

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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

COMO CANTAR UMA NOVA CANÇÃO


Encontre um momento, hoje, para cantar. 
Encontre um lugar, hoje, para cantar.
Não cante apenas porque é bonito.
Não cante apenas porque relaxa.
Não cante a canção que aprendeu de tanto ouvir. 
Cante a canção que defina a sua vida,
Talvez aprendida na infância.
Cante para louvar a Deus.
Cante uma canção nova,
Mesmo que seja antiga.
Cante uma canção nova,
Nova no sentido de profunda,
Tão profunda que faça você chorar de prazer.
Uma canção é nova
Quando celebra a confiança no Deus
Que tem feito coisas maravilhosas em nosso favor.
Uma canção nova é aquela que nasce
De nossa certeza que Deus SEMPRE se lembra
De pôr a sua bondade em ação.
Uma canção nova é um convite a Deus
Para que ele aja.
Quando cantamos louvores a Deus,
Pomos todo o nosso ser (corpo e mente) na presença dEle.
Quando louvamos a Deus,
Nós O colocamos no Seu lugar
De Senhor das nossas vidas.
O louvor é, portanto, um gesto poderoso.
Louvar é sair um pouco de nós mesmos,
Para sermos conduzidos pelo Espírito de Deus.
Nosso louvor pode ser feito em grupos,
Mas também sozinhos.
O louvor pode acontecer
Nas horas programadas,
Mas também nos momentos inesperados.
Podemos preparar estes momentos.
Se hoje não foi possível,
Deseje que amanhã o seja.

Israel Belo de Azevedo

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